segunda-feira, 29 de agosto de 2011

"Jesus liberta da alienação”



Terça-Feira 30 de agosto
Evangelho – Lucas 4, 31-37
Jesus veio para libertar o homem que se acha preso pelas forças do mal. E aqui podemos notar que muitas destas forças são expressões daqueles que usam do poder e até da religião para oprimir, explorar e aprisionar os mais fracos.
Jesus não veio para destruir ninguém, e sim para fazer o ser humano voltar à consciência e a liberdade. Livre, a pessoa poderá segui-lo.
Jesus fala com autoridade, nota-se bem que Ele falava com autoridade, não sendo autoritário. A autoridade de Jesus vinha do fato de ser Ele a própria verdade, suas palavras eram expressão de sua vida. Falava daquilo que vivia, suas palavras vinham de seu sagrado coração.
 Não usava meias palavras, nem falava coisas para impressionar nem alienar como faziam os doutores da lei. O Objetivo de Jesus era bem claro, Ele falava daquilo que ouvia de seu Pai. Eram palavras de vida, por isso o povo ficava admirado com o que ouviam dele. O jeito de Jesus falar causava mudança de vida naqueles que acolhiam suas palavras. Acolhia a todos, devolvia lhes a vida.
Jesus não fazia teatro, mandou que o demônio se calasse e se retirasse. E assim aconteceu. Diferente do que vemos por ai, gente que dizem expulsar o demônio com teatrinhos. E com isso o povo simples se torna mais alienado ainda.
 O demônio existe e está por toda parte para destruir e matar. Não sejamos ingênuos de achar que as forças do mal são somente a expressão do poder, também isso, mas devemos viver de tal modo que o mal o próprio demônio não encontre espaço para agir em nossa vida.
 Vigilância e oração, para que o mal não venha nos usar e nos aprisionar. Jesus nos deixou o exemplo de como deve ser nosso proceder: evangelizar com fé e muito amor, evangelizar a partir da nossa experiência com o ressuscitado, porém conscientes que o mal vai fazer de tudo para impedir nossa missão.
São Paulo nos exorta: “Sejamos vigilantes e sóbrios. Jesus morreu por nós, para que, quer vigiando nesta vida, quer adormecido na morte, alcancemos a vida junto dele”.
Em Cristo